A Prefeitura de Arujá rescindiu o contrato com a empresa que era responsável pela construção do prédio do Hospital Municipal. A decisão foi tomada devido ao ritmo lento das obras, o que poderia comprometer o cronograma de entrega do projeto. Apesar da mudança, uma nova empreiteira já assumiu os trabalhos no local para evitar paralisações.
Em entrevista ao Diário TV 1ª Edição, o prefeito de Arujá, Luis Camargo, detalhou a situação e garantiu que o prazo final de entrega da estrutura física permanece mantido para janeiro de 2027.
Próximas Fases da Obra
Com mais de 20 operários atuando em ritmo acelerado na construção, o planejamento técnico para a continuidade das obras está dividido nas seguintes etapas:
- Fechamento da estrutura externa: Conclusão estimada em um prazo de 120 dias, com foco atual na lateral e posterior início da fachada frontal.
- Acabamento interno: Fase que será iniciada imediatamente após o fechamento do prédio.
- Equipamento e transição: Após a conclusão da estrutura pela Prefeitura, o Governo do Estado de São Paulo assumirá a instalação dos equipamentos internos. O secretário estadual de Saúde, Eleuses Paiva, já confirmou a reserva de mais de R$ 30 milhões para essa finalidade.
“Nós preferimos descontinuar com a empresa que estava operando e contratamos uma outra para terminar o fechamento da obra. (…) Tenho certeza que nós vamos conseguir entregar dentro do prazo”, afirmou o prefeito Luis Camargo.
Recursos Garantidos e Segurança no Local
O prefeito enfatizou que a troca de empresas não gerou custos adicionais e nem alterou o valor ou os prazos do contrato original pactuado com a Caixa Econômica Federal. Os recursos para o pagamento das medições estão 100% reservados e liberados conforme a evolução dos trabalhos.
Durante o período de transição de 15 dias entre a saída da antiga empreiteira e a chegada da nova equipe, a administração municipal contratou uma empresa de segurança privada para proteger o patrimônio e materiais de alto valor — como os sistemas de ar-condicionado — que já estavam no canteiro de obras. A partir de agora, os custos de vigilância passam a ser de responsabilidade da nova executora.